O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concluiu, esta sexta-feira, 15 de maio, a sua visita oficial à China com um tom optimista em relação ao futuro das relações bilaterais, afirmando que os laços entre Washington e Pequim “são bons e estão a melhorar”, apesar das divergências estruturais entre as duas potências. Em Pequim, Trump reuniu-se com o líder chinês Xi Jinping, num encontro marcado por gestos diplomáticos simbólicos, incluindo um passeio pelos jardins de Zhongnanhai e conversações informais acompanhadas de chá, antes de um almoço de trabalho.
Apesar do ambiente cordial, persistiram sinais de tensão, sobretudo em torno da questão de Taiwan, considerada por Pequim como parte do seu território e classificada por Xi como tema sensível que pode gerar choques entre as duas nações. Taiwan voltou a estar no centro das divergências, enquanto a China demonstrou reservas em assumir maior envolvimento na mediação de conflitos internacionais, apesar de Trump ter indicado abertura nesse sentido. Ainda assim, ambas as partes descreveram as reuniões como produtivas e potencialmente estabilizadoras para o cenário global.
No encerramento da visita, Trump sublinhou que os dois dias de contactos em Pequim foram “realmente excelentes”, destacando a postura de cooperação demonstrada durante as conversações e reforçando a ideia de que existe espaço para avanço nas relações económicas e diplomáticas. Do lado chinês, o Ministério dos Negócios Estrangeiros afirmou que o diálogo contribuiu para injetar estabilidade no sistema internacional, embora tenha reiterado que questões sensíveis, como a soberania e a segurança regional, permanecem inegociáveis.























































