Saudações TV Zimbo
Gostaria de fazer uma denúncia da vandalização e estravio de encomenda nos correios de Angola.
No dia 3 de Abril fiz o envio de um pacote de 5,33 kg, contendo vários artigos de crianças (roupas e calçados fundamentalmente), a partir de Portugal. No dia 17 o pacote chegou a Luanda, e até ao momento não foi entregue no respectivo destinatário…
Tomamos conhecimento, depois de persistentes contactos, que o pacote foi encontrado (pesando apenas 1kg), e os artigos foram desviados…
O que é lamentável para uma empresa de transporte: remissão e envios…
Srs,
Gostaria de fazer uma denúncia à TV Ziumbo Defesa do Consumidor pois deixei o meu carro na ford de Talatona desde do dia 3.08.2023 pois tinha uma anomalia mecânica de acordo com o diagnóstico feito por eles mas que inicialmente inclusivo com uma factura de 188.000 mas sendo inclusivo devia avançar no mais profundo indo até 890.000 .00 para finalizar depois de várias voltas emtre vai e vem para um dos responsáveis dizer me ao telefone que pagaria 19.867.000.000.
Incidente inicialmente quero explicar melhor o.assunto.
Eu, Kangola Cassua, solteiro, de nacionalidade angolana, natural de Cazenga, município de Luanda, nascido aos 25 de Agosto de 1996, portador do Bilhete de Identidade nº 006227419LA045, passado pelo Arquivo de Identificação de Luanda aos 02/10/2024, residente em Luanda, município de Cazenga, bairro Saúde, casa s/nº.
Através desta vou expor o seguinte:
No dia 30/06/2024 entrei em comunicação com o senhor Hilário dos Santos Constantino e o senhor Nelson Feijó (Advogado) para tratar do meu processo de imigração, passou-se algum tempo e entrei novamente em comunicação com a minha tia Florência. Juntas, fomos até à agência do senhor Hilário. Na ocasião, solicitei os seus serviços. Primeiro ficamos com a promessa do visto CPLP, pelo qual foi pago o valor de 725.000,00 Kz (Setecentos e Vinte Cinco Mil Kwanzas), já incluindo o reconhecimento dos meus documentos (carta de condução, certificado de habilitação e registo criminal). O senhor Hilário garantiu que poderia resolver o processo em menos de seis meses, mas nada foi feito. Mais tarde, ele próprio me sugeriu mudar para o visto de procura de trabalho.
O senhor Hilário sugeriu que eu fizesse o processo de visto de procura de trabalho, garantindo que tudo seria resolvido em menos de seis meses, mesmo sem assinar nenhum contrato com ele. Alguns dias depois, o próprio senhor Hilário passou a dizer que poderia arranjar um contrato de trabalho a partir de Portugal. Perguntei quanto tempo levaria e ele afirmou que, em menos de um mês, o contrato estaria nas minhas mãos. Questionei também o valor, e ele informou que o custo seria de um milhão de kwanzas.
A partir desse momento, comecei a ficar desconfiado do senhor Hilário. Por isso, pedi um documento para assinar, para ter segurança sobre os valores que eu estava a pagar. O senhor Hilário respondeu dizendo que o contrato de trabalho já estava pago em Portugal. Esse documento veio a ser assinado no dia 31/03/2025.
Passado algum tempo, os agendamentos nacionais estavam difíceis e já tinham passado os meses prometidos pelo senhor Hilário. Nada estava concluído. Além disso, sem o consentimento da minha família e muito menos o meu, o senhor Hilário fez um agendamento para visto de turismo, algo que não fazia parte do nosso acordo. A partir daí comecei a achar tudo ainda mais estranho.
Passado algum tempo, no dia 16/09/2025, o senhor Hilário enviou-me uma suposta candidatura. Naquele momento, fiquei um pouco mais calmo, acreditando que finalmente algo estava a avançar. Ele disse-me que eu passaria para a segunda fase, que começaria entre o final de dezembro e fevereiro, e que iria dar entrada no processo nesse período. Apesar disso, eu já não estava totalmente convicto, porque estava a sentir-me sem chão e desmoralizado.
Como a minha desconfiança estava a aumentar, pedi para as minhas primas irem à universidade verificar a situação. Não obtiveram nenhuma resposta oficial. Então, uma delas pediu a uma senhora que presta serviços na própria universidade para confirmar se o documento era verdadeiro ou não.
A resposta foi clara: o meu nome não constava em nenhum sistema da universidade e, além disso, tal documento não existia. Essa senhora explicou ainda que o documento era falsificado. Quando perguntei como ela tinha certeza, respondeu o seguinte:
”Em Portugal não se pede candidatura para um ano lectivo que ainda nem começou. E o senhor Hilário afirmou que você entraria em janeiro de 2027, mas nós estamos em 2025, e neste momento decorrem apenas as matrículas e inscrições para o ano letivo de 2025/2026. Por isso é impossível fazer uma candidatura para um ano adiantado que nem sequer foi aberto. Essa é a prova de que o documento é falso.”
Eu depositei dinheiro na plataforma monete.us para que eles fossem um cartão visa virtual . Ficaram com o dinheiro e não fizeram nada. O pior que até nem me atendem o telefone. A plataforma chamasse minete. us
Eu, Kangola Cassua, solteiro, de nacionalidade angolana, natural de Cazenga, município de Luanda, nascido aos 25 de Agosto de 1996, portador do Bilhete de Identidade nº 006227419LA045, passado pelo Arquivo de Identificação de Luanda aos 02/10/2024, residente em Luanda, município de Cazenga, bairro Saúde, casa s/nº.
Através desta vou expor o seguinte:
No dia 30/06/2024 entrei em comunicação com o senhor Hilário dos Santos Constantino e o senhor Nelson Feijó (Advogado) para tratar do meu processo de imigração, passou-se algum tempo e entrei novamente em comunicação com a minha tia Florência. Juntas, fomos até à agência do senhor Hilário. Na ocasião, solicitei os seus serviços. Primeiro ficamos com a promessa do visto CPLP, pelo qual foi pago o valor de 725.000,00 Kz (Setecentos e Vinte Cinco Mil Kwanzas), já incluindo o reconhecimento dos meus documentos (carta de condução, certificado de habilitação e registo criminal). O senhor Hilário garantiu que poderia resolver o processo em menos de seis meses, mas nada foi feito. Mais tarde, ele próprio me sugeriu mudar para o visto de procura de trabalho.
O senhor Hilário sugeriu que eu fizesse o processo de visto de procura de trabalho, garantindo que tudo seria resolvido em menos de seis meses, mesmo sem assinar nenhum contrato com ele. Alguns dias depois, o próprio senhor Hilário passou a dizer que poderia arranjar um contrato de trabalho a partir de Portugal. Perguntei quanto tempo levaria e ele afirmou que, em menos de um mês, o contrato estaria nas minhas mãos. Questionei também o valor, e ele informou que o custo seria de um milhão de kwanzas.
A partir desse momento, comecei a ficar desconfiado do senhor Hilário. Por isso, pedi um documento para assinar, para ter segurança sobre os valores que eu estava a pagar. O senhor Hilário respondeu dizendo que o contrato de trabalho já estava pago em Portugal. Esse documento veio a ser assinado no dia 31/03/2025.
Passado algum tempo, os agendamentos nacionais estavam difíceis e já tinham passado os meses prometidos pelo senhor Hilário. Nada estava concluído. Além disso, sem o consentimento da minha família e muito menos o meu, o senhor Hilário fez um agendamento para visto de turismo, algo que não fazia parte do nosso acordo. A partir daí comecei a achar tudo ainda mais estranho.
Passado algum tempo, no dia 16/09/2025, o senhor Hilário enviou-me uma suposta candidatura. Naquele momento, fiquei um pouco mais calmo, acreditando que finalmente algo estava a avançar. Ele disse-me que eu passaria para a segunda fase, que começaria entre o final de dezembro e fevereiro, e que iria dar entrada no processo nesse período. Apesar disso, eu já não estava totalmente convicto, porque estava a sentir-me sem chão e desmoralizado.
Como a minha desconfiança estava a aumentar, pedi para as minhas primas irem à universidade verificar a situação. Não obtiveram nenhuma resposta oficial. Então, uma delas pediu a uma senhora que presta serviços na própria universidade para confirmar se o documento era verdadeiro ou não.
A resposta foi clara: o meu nome não constava em nenhum sistema da universidade e, além disso, tal documento não existia. Essa senhora explicou ainda que o documento era falsificado. Quando perguntei como ela tinha certeza, respondeu o seguinte:
”Em Portugal não se pede candidatura para um ano lectivo que ainda nem começou. E o senhor Hilário afirmou que você entraria em janeiro de 2027, mas nós estamos em 2025, e neste momento decorrem apenas as matrículas e inscrições para o ano letivo de 2025/2026. Por isso é impossível fazer uma candidatura para um ano adiantado que nem sequer foi aberto. Essa é a prova de que o documento é falso.”
Saudações TV Zimbo
Gostaria de fazer uma denúncia da vandalização e estravio de encomenda nos correios de Angola.
No dia 3 de Abril fiz o envio de um pacote de 5,33 kg, contendo vários artigos de crianças (roupas e calçados fundamentalmente), a partir de Portugal. No dia 17 o pacote chegou a Luanda, e até ao momento não foi entregue no respectivo destinatário…
Tomamos conhecimento, depois de persistentes contactos, que o pacote foi encontrado (pesando apenas 1kg), e os artigos foram desviados…
O que é lamentável para uma empresa de transporte: remissão e envios…
Srs,
Gostaria de fazer uma denúncia à TV Ziumbo Defesa do Consumidor pois deixei o meu carro na ford de Talatona desde do dia 3.08.2023 pois tinha uma anomalia mecânica de acordo com o diagnóstico feito por eles mas que inicialmente inclusivo com uma factura de 188.000 mas sendo inclusivo devia avançar no mais profundo indo até 890.000 .00 para finalizar depois de várias voltas emtre vai e vem para um dos responsáveis dizer me ao telefone que pagaria 19.867.000.000.
Incidente inicialmente quero explicar melhor o.assunto.
Porque não consigo ver mais a TV Zimbo no Brasil
Eu, Kangola Cassua, solteiro, de nacionalidade angolana, natural de Cazenga, município de Luanda, nascido aos 25 de Agosto de 1996, portador do Bilhete de Identidade nº 006227419LA045, passado pelo Arquivo de Identificação de Luanda aos 02/10/2024, residente em Luanda, município de Cazenga, bairro Saúde, casa s/nº.
Através desta vou expor o seguinte:
No dia 30/06/2024 entrei em comunicação com o senhor Hilário dos Santos Constantino e o senhor Nelson Feijó (Advogado) para tratar do meu processo de imigração, passou-se algum tempo e entrei novamente em comunicação com a minha tia Florência. Juntas, fomos até à agência do senhor Hilário. Na ocasião, solicitei os seus serviços. Primeiro ficamos com a promessa do visto CPLP, pelo qual foi pago o valor de 725.000,00 Kz (Setecentos e Vinte Cinco Mil Kwanzas), já incluindo o reconhecimento dos meus documentos (carta de condução, certificado de habilitação e registo criminal). O senhor Hilário garantiu que poderia resolver o processo em menos de seis meses, mas nada foi feito. Mais tarde, ele próprio me sugeriu mudar para o visto de procura de trabalho.
O senhor Hilário sugeriu que eu fizesse o processo de visto de procura de trabalho, garantindo que tudo seria resolvido em menos de seis meses, mesmo sem assinar nenhum contrato com ele. Alguns dias depois, o próprio senhor Hilário passou a dizer que poderia arranjar um contrato de trabalho a partir de Portugal. Perguntei quanto tempo levaria e ele afirmou que, em menos de um mês, o contrato estaria nas minhas mãos. Questionei também o valor, e ele informou que o custo seria de um milhão de kwanzas.
A partir desse momento, comecei a ficar desconfiado do senhor Hilário. Por isso, pedi um documento para assinar, para ter segurança sobre os valores que eu estava a pagar. O senhor Hilário respondeu dizendo que o contrato de trabalho já estava pago em Portugal. Esse documento veio a ser assinado no dia 31/03/2025.
Passado algum tempo, os agendamentos nacionais estavam difíceis e já tinham passado os meses prometidos pelo senhor Hilário. Nada estava concluído. Além disso, sem o consentimento da minha família e muito menos o meu, o senhor Hilário fez um agendamento para visto de turismo, algo que não fazia parte do nosso acordo. A partir daí comecei a achar tudo ainda mais estranho.
Passado algum tempo, no dia 16/09/2025, o senhor Hilário enviou-me uma suposta candidatura. Naquele momento, fiquei um pouco mais calmo, acreditando que finalmente algo estava a avançar. Ele disse-me que eu passaria para a segunda fase, que começaria entre o final de dezembro e fevereiro, e que iria dar entrada no processo nesse período. Apesar disso, eu já não estava totalmente convicto, porque estava a sentir-me sem chão e desmoralizado.
Como a minha desconfiança estava a aumentar, pedi para as minhas primas irem à universidade verificar a situação. Não obtiveram nenhuma resposta oficial. Então, uma delas pediu a uma senhora que presta serviços na própria universidade para confirmar se o documento era verdadeiro ou não.
A resposta foi clara: o meu nome não constava em nenhum sistema da universidade e, além disso, tal documento não existia. Essa senhora explicou ainda que o documento era falsificado. Quando perguntei como ela tinha certeza, respondeu o seguinte:
”Em Portugal não se pede candidatura para um ano lectivo que ainda nem começou. E o senhor Hilário afirmou que você entraria em janeiro de 2027, mas nós estamos em 2025, e neste momento decorrem apenas as matrículas e inscrições para o ano letivo de 2025/2026. Por isso é impossível fazer uma candidatura para um ano adiantado que nem sequer foi aberto. Essa é a prova de que o documento é falso.”
Eu depositei dinheiro na plataforma monete.us para que eles fossem um cartão visa virtual . Ficaram com o dinheiro e não fizeram nada. O pior que até nem me atendem o telefone. A plataforma chamasse minete. us
Abuso por parte do comerciante, por se negar a me vender um produto exposto no seu estabelecimento…
Eu, Kangola Cassua, solteiro, de nacionalidade angolana, natural de Cazenga, município de Luanda, nascido aos 25 de Agosto de 1996, portador do Bilhete de Identidade nº 006227419LA045, passado pelo Arquivo de Identificação de Luanda aos 02/10/2024, residente em Luanda, município de Cazenga, bairro Saúde, casa s/nº.
Através desta vou expor o seguinte:
No dia 30/06/2024 entrei em comunicação com o senhor Hilário dos Santos Constantino e o senhor Nelson Feijó (Advogado) para tratar do meu processo de imigração, passou-se algum tempo e entrei novamente em comunicação com a minha tia Florência. Juntas, fomos até à agência do senhor Hilário. Na ocasião, solicitei os seus serviços. Primeiro ficamos com a promessa do visto CPLP, pelo qual foi pago o valor de 725.000,00 Kz (Setecentos e Vinte Cinco Mil Kwanzas), já incluindo o reconhecimento dos meus documentos (carta de condução, certificado de habilitação e registo criminal). O senhor Hilário garantiu que poderia resolver o processo em menos de seis meses, mas nada foi feito. Mais tarde, ele próprio me sugeriu mudar para o visto de procura de trabalho.
O senhor Hilário sugeriu que eu fizesse o processo de visto de procura de trabalho, garantindo que tudo seria resolvido em menos de seis meses, mesmo sem assinar nenhum contrato com ele. Alguns dias depois, o próprio senhor Hilário passou a dizer que poderia arranjar um contrato de trabalho a partir de Portugal. Perguntei quanto tempo levaria e ele afirmou que, em menos de um mês, o contrato estaria nas minhas mãos. Questionei também o valor, e ele informou que o custo seria de um milhão de kwanzas.
A partir desse momento, comecei a ficar desconfiado do senhor Hilário. Por isso, pedi um documento para assinar, para ter segurança sobre os valores que eu estava a pagar. O senhor Hilário respondeu dizendo que o contrato de trabalho já estava pago em Portugal. Esse documento veio a ser assinado no dia 31/03/2025.
Passado algum tempo, os agendamentos nacionais estavam difíceis e já tinham passado os meses prometidos pelo senhor Hilário. Nada estava concluído. Além disso, sem o consentimento da minha família e muito menos o meu, o senhor Hilário fez um agendamento para visto de turismo, algo que não fazia parte do nosso acordo. A partir daí comecei a achar tudo ainda mais estranho.
Passado algum tempo, no dia 16/09/2025, o senhor Hilário enviou-me uma suposta candidatura. Naquele momento, fiquei um pouco mais calmo, acreditando que finalmente algo estava a avançar. Ele disse-me que eu passaria para a segunda fase, que começaria entre o final de dezembro e fevereiro, e que iria dar entrada no processo nesse período. Apesar disso, eu já não estava totalmente convicto, porque estava a sentir-me sem chão e desmoralizado.
Como a minha desconfiança estava a aumentar, pedi para as minhas primas irem à universidade verificar a situação. Não obtiveram nenhuma resposta oficial. Então, uma delas pediu a uma senhora que presta serviços na própria universidade para confirmar se o documento era verdadeiro ou não.
A resposta foi clara: o meu nome não constava em nenhum sistema da universidade e, além disso, tal documento não existia. Essa senhora explicou ainda que o documento era falsificado. Quando perguntei como ela tinha certeza, respondeu o seguinte:
”Em Portugal não se pede candidatura para um ano lectivo que ainda nem começou. E o senhor Hilário afirmou que você entraria em janeiro de 2027, mas nós estamos em 2025, e neste momento decorrem apenas as matrículas e inscrições para o ano letivo de 2025/2026. Por isso é impossível fazer uma candidatura para um ano adiantado que nem sequer foi aberto. Essa é a prova de que o documento é falso.”
Eu quero justiça ,942373835 este é o meu número